22/11/2009
18/11/2009
Não provoque, é cor de rosa choque

17/11/2009
Capítulo 3
10/11/2009
Vestida para casar
No último sábado sai para procurar meu vestido para o dia do casamento. Peguei indicações com pessoas próximas, calcei um sapatinho baixo e sebo nas canelas. Ao final da manhã, cheguei a conclusão que não fui clara o suficiente com essas pessoas e vou explicar o por quê. Desci do ônibus no início da Manoel Dias, parei quando já estava na praça Nossa Senhora da Luz. Entrei em todas as lojas de noiva e festa, sem sucesso. Mas, eu sou guerreira e não desisto fácil, reabasteci com suco e fui para segunda jornada. Na Paulo VI fiquei no ponto do Correio, cruzei a avenida inteira até quase o Itaigara.Nas duas avenidas ouvi e vi as mesmas coisas. Nas lojas de noiva, as vendedoras ofereciam vestido branco, longo e cauda “pra dar caimento”. A dona da loja, uma distinta senhora com cara de fada madrinha deve ter percebido a enorme interrogação em minha testa e veio até mim “noiva é noiva em qualquer lugar, no fórum ou na igreja”. Escolheu um vestido e me acompanhou até o provador. “Não é lindo?” - perguntou. “Sim!”. Não havia outra resposta a dar, o vestido era realmente lindo. Não consegui me reconhecer no espelho, parecia uma personagem dos contos de fadas da Disney, respirei suave debaixo daquelas anáguas. Quem me conhece sabe o quanto eu sou desastrada e considerando meu histórico de ocorrência de eventos adversos não quis respirar normal, vai que um botão voa ou eu viro a própria abóbora? Expliquei que o casamento será numa manhã de verão, só no fórum, sem festas (blá blá), porém, tive que experimentar mais 3 vestido até ela desistir.
Nas lojas de festas o discurso era unânime “Que besteira é essa de casar de branco? Inove!”. Discurso desse pessoal que estuda moda “você é o que você veste, você é bárbara!”. – Uauauaua esse trocadilho eu ouço a vinte e cinco anos, já era chato ouvir como paquera, imagina de uma vendedora. Au au au eu sou uma bárbara tradicional!!! Os modelos eram lindíssimos, várias cores de amarelo a vermelho passando pelo marrom (tom sobre tom não rola no dia a dia, imagine no dia do casamento!). Perguntei sobre um vestido cor pérola ou champagne, a vendedora olhou com desdém e perguntou “nude?”. Hum?? Tentei amenizar a situação e expliquei que há dois anos, na ocasião da formatura ainda a cor ainda era pérola ou champagne, “mudou foi?”. Ela respondeu na lata, sem aliviar “o nome da cor é nude!”.
Passei por vendedoras de todos os tipos. Algumas deram indicações de outras lojas, deixei cadastro para voltar quando chegassem peças novas, ... um hora da tarde eu estava no final da Paulo VI suada, cansada, com o sol fritando meu juízo e sem uma proposta de vestido. Aquela cena me deu um desespero que eu desabei no choro ali mesmo. E se eu não conseguir comprar um vestido? E se eu não der tempo? E se..? E se...? Peguei um ônibus e voltei murcha para casa.
Recuperada a sanidade, lembrei que o mais difícil eu já tenho que é o noivo, o resto é complemento. Importantes complementos, é verdade, mas, só complementos. Resolvi que em último caso, compro um lençol puro algodão 200 fios enrolarei em meu corpo como as mulheres das tribos africanas. Meu vestido será chique, caro e exclusivo como das artistas. Ainda tenho outras avenidas para enfrentar mas, se alguém tiver o telefone de uma boa costureira, eu tô aceitando!
04/11/2009
Ressaca, chega de saudade

Eu sempre sonho que uma coisa gera,
nunca nada está morto.
O que não parece vivo, aduba.
O que parece estático, espera.”
02/11/2009
Eu pelo menos, mereço o direito
De ter alguém com quem eu possa me confessar
Dorival Caymmi
Paro para ver o mar.
Distraída, lembro da primeira vez que passamos juntos naquele lugar. Uma primavera como hoje, já passavam das dez da noite. Parecia tranqüila, mas equilibrava em meu salto o nervoso do primeiro encontro com o medo de andar na ladeira da Barra àquela hora. Ainda hoje não sei explicar porque aceitei a caminhada depois do cinema. As mãos macias dele acarinhando as minhas seguidos de um bom dia eram o máximo de intimidade que tínhamos, a delicadeza do gesto justificava o risco. Sinto o seu cheiro de manga rosa e minhas lágrimas se misturam ao sorriso doce de saudade. Preciso de seu abraço...
Quando eu penso em ser acolhida, só seu braçoEntre abraços meu medo some
Meus poros respondem ao toque dos seus cachos
Uma inércia prazerosa toma conta do meu corpo
Flutuo leve
Nenhuma palavra
Sou outra pessoa aqui
Sinto vontade de ficar em pé na balaustrada, de ficar aberta em formato de estrela permitindo que o sol toque todas as partes do meu corpo dolorido, que me enxugue e me permita seguir a viagem. A caminhada continua sem destino certo. Quem sabe andando, deixo para trás essa necessidade de você? Ando rápido, mais rápido, mais rápido... Alguém em minha frente resmunga.
Paro.
É o mesmo homem de mais cedo. Dessa vez, fala sobre a invasão em seu quarto e não tenho certeza se ele é artista de fato. Reparo a lua no céu, o azul infinito. Do continente vejo as luzes da ilha onde você está. Não consigo compreender o número, estou entre o silêncio e a saudade, a mil quilômetros de distância de tudo.
31/10/2009
30/10/2009
"Quem cava dentro de si até encontrar o rancor... abre no seu coração um buraco, por onde se esvai a felicidade."
Lembrei de uma situação que aconteceu há quase dois anos atrás, um desentendimento, daquelas coisas que a gente faz na hora da raiva, com o sangue fervendo nas veias, depois bebe água, pede a Deus sabedoria para conduzir a situação, dorme e supera. No início do mês passado estava numa festa e recebi um empurrão como resultado do evento citado. Tive vontade de revidar e enquanto a olhava fingir dançar como quem está feliz, vi que ela não estava feliz e senti pena. Pena é sentimento ruim, quero sentir não. Abri e fechei os olhos e voltei a me divertir ao som de Ronei Jorge e os ladrões de bicicleta – excelente show, diga-se de passagem.
A verdade é que essa situação mexeu comigo. Não me alimentei de ódio e revidei, superei ali, na hora porque ser feliz é uma questão de escolha. Se escrevo esse texto agora é porque minha escolha foi feita. Quero sempre deixar meu coração limpo, vazio, aberto para receber todas as coisas boas que Deus reservou para mim. Tenho essa necessidade de rezar, de aquietar a minha mente, de me conectar com o bem...
Por estar sóbria, por escrever esse texto, publicá-lo e não temer a exposição “flores a Genúsia”.
24/10/2009
Capítulo 2
20/10/2009
Comemorações
2. Promoção G Barbosa - conjunto de panela de inox com tampa de vidro por R$ 99,00;
3. Fazendo a lista de casamento on line, a Tok & Stock entrega em casa e monta.
18/10/2009

Pensando sobre como cheguei até este livro, encontrei coincidências incríveis e dei muitas risadas. Gostei tanto da proposta que resolvi escrever o Caderno Vermelho de Jolie.
Capítulo 1
12/10/2009
é cair de cabeça para cima na lua
e sem aviso prévio ou pára-quedas
passar pela nuca a navalha da vida
ou talvez um rosto com dentes à mostra
entre a carne e a saliva do excesso
sob um céu que se abre em festa
e se esvai em seu azul sem limites
decisão medusada em que isso de amar
é cair ou talvez um rosto com dobras
hora exata em que todos movem suas mão
se o contrato de posse rompem com o mundo
ou talvez um rosto nos mande sinais
de que amar é cair de cabeça nas nuvens
que se partem em pedaços de luz por entre
alguma coisa que resiste no sangue
"ALGUMA COISA" de Sandro Ornellas, amigo e poeta super querido.
08/10/2009
O jardim de Miró é meu!

Que seja tranqüila essa estadia em meu Jardim de Miró!!!
04/10/2009
in constructor
Esse sábado eu fui ao shopping olhar coisinhas de casa: jogo de jantar, panelas, lençóis, móveis etc. Pensei em ir numa loja bacana, pescar a lista de chá de cozinha deles, ver as prioridades, ir cortando o supérfluo, deixando outros só por vaidade e tal. O detalhe é que agora as lojas fazem a listinha do chá personalizada. Muito bacana para quem tem idéia da quantidade de toalhas que irá precisar por exemplo. Pensei que três conjuntos fossem o suficiente, expliquei para o vendedor que era um casal sem filhos, poucas visitas... O mínimo são quatro tralalalá outros quatros de cama, conjuntos de jantar com seis pratos é o melhor, o conjunto de talheres que combine e tal e tantas regrinhas para ser uma dona de casa tipo “básica”. Pensei que hoje escreveria um e-mail para meus amigos falando sobre os presentes que eu preciso ganhar. Voltamos à estaca zero! Eu sei é que é muito gostoso esse clima de planejamento. Meu noivinho acompanhando cada etapa, opinando sobre a cor/ modelo do jogo de jantar, sonhando com os pratos que irei preparar [suspiros inevitáveis]. Estou imune, nada pode abalar a felicidade que estou sentindo. O poeta tinha razão: é impossível ser feliz sozinho...
01/10/2009
dia de praia
- Agora não, obrigada. Vou andar um pouco.
- Já veio andando de casa, quer andar mais o quê?
Respirei fundo e sem olhar pra trás continue minha “chegada”. Eu estava na praia, curtindo minha quinta-feira e ele trabalhando. Por ora, eu estou no lucro! Definitivamente, a praia do Porto da Barra merece um estudo acadêmico sério, antropológico ou qualquer outro lógico que explique como pode num mesmo espaço coabitar todo tipo de gente. Vá lá que praia é um espaço democrático mas lá, essa premissa é levada muito a sério.
Sentei numa cadeirinha e fiquei observando a movimentação. Ao meu lado, uma família, pai, mãe, um bebê e uma menina de cinco anos. O pai enchia a piscininha e ela esvaziava (flagrei pelo menos três vezes) reclamando sempre “eu quero onda, eu quero onda!”. Do outro lado, três meninas tomavam sol cobertas pela mistura de blondo e água oxigenada. Entre cigarros e cervejas, muitas gargalhadas e flerte com os rapazes da barraca. Um grupo de cinco capoeiristas ficou dando mortais, coisa muito linda, talvez Diego Hipólito não se arriscasse naquela superfície fofa de areia. Um hippie de fala latina deixou seu mostruário de adereços artesanais para tentar alguns saltos, valeu a tentativa. Valeu tanto que acompanhei a conversa de alguns capoeiristas falando que ele teria sucesso se treinasse. Sim! O gringo foi incorporado ao grupo.
30/09/2009
29/09/2009
terça-feira é dia útil
a primeira vez
Cachaça é Educação!
A Escola Municipal Eugênia Anna dos Santos, no Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, em São Gonçalo do Retiro, atende o ensino fundamental e só matricula 15 alunos por sala. O Colégio Parque, na Caixa D’Àgua, tem um convênio com a faculdade de medicina da UFBA, o colégio sede o teatro para os eventos em contrapartida, os médicos atendem os meninos na própria instituição. Está na LDB 9394/96 que cada escola tem autonomia para elaborar seu Projeto Político Pedagógico. É de responsabilidade dos gestores utilizarem o PPP para negociar junto às secretarias de educação as necessidades da escola. Por que algumas conseguem?
24/09/2009
A história do usa de alianças entre os casais começa com os egípcios e dura até hoje com a tradição difundida pela igreja católica. Quem nunca ouviu essa história? Agora, pergunta-se: por que uma situação corriqueira na vida de qualquer casal vira uma odisséia quando trata-se da fabulosa vida de Amélie Poulin? Hoje, finalmente, eu estou com o anel oficial. Depois de um mês de escolha do modelo, joalheria, preço, prazo, palito de fósforo e sobremesa, saímos para comprar. Ótimo! Linda, delicada, discreta, exatamente como eu queria. O noivo não teve dificuldade, tirou da caixa, colocou no dedo e pronto. A noiva, bem a noiva, é... tipo assim, tem um dedo número onze. Se você é entendido de anéis sabe que número onze é medida de criança, logo não fabricam alianças número onze. A ansiedade era tanta que, no dia, o número doze coube como uma luva, só no dia. No outro, a cada espirro a aliança pulava do dedo, tive que colocar o único anel que tenho para segurá-lo.Enfim, voltei a joalheria, expliquei a situação e tal. Novamente cruzo com um portuga, dessa vez mais tranqüilo, disposto a me ajudar. Olhou minha mão, meu dedo, sorriu – acho que nessa hora ele pensou anel número onze é medida de criança – pegou a caixinha das alianças e o medidor de anéis. Mediu um por uma e testou em meu dedo. Muito engraçado porque eu experimentei umas cinco alianças número doze até ele se convencer que a minha teria que ser onze. Nem reclamei, afinal de contas, além de comprar um número maior (se fosse sapato eu não poderia trocar) eu mandei gravar o nome do dito cujo noivo na parte interna no anel. No final da manhã, ele sorriu e prometeu uma aliança nova em três dias.
Hoje eu estou aqui sorrindo boba, feliz, leve, a noivinha do ano... suspirando, pensando nos planos para o futuro da senhora Cazé.
22/09/2009
20/09/2009
Domingo é dia de parque
Retrofoguetes no palco do parque da cidade garantia o som de boa qualidade. Cheguei cedo e pude conferir os estilos da galera. Na banda, Rex com o cabelo penteado para o lado, arrumado com gel e sua carinha de bom moço disfarça bem até chegar perto da bateria – comanda um som furioso ao lado com companheiros de estrada. Às vezes, eu tinha a impressão de ver um Zé gotinha no palco! Ou era Morotó Slim? Oh dúvida cruel!!! Na platéia, as meninas usavam óculos vermelho (brega!). Até me perguntei, ingenuamente, se era obrigatório!? Percebi que, em algumas, o tom do batom combinava com a cor dos óculos (muito brega!). Os meninos, tão vaidosos quanto, exibiam seu estilo: bermuda xadrez, sandálias, camisas mito e dread lock na cabeça. Sei o que é isso, isso é fazer parte da tribo, todos estão cheios de pertencimento. Confesso que aos 17 anos não pertencer a alguma tribo era complicado, aos 25 eu tiro de letra. Quando alguém me pergunta, eu respondo “sou da turma dos sem-floresta”. É maravilhoso não ter crachá, estou em trânsito. Vou a festas de roqueiros, pagodeiros e funkeiros, almoço entre escritores e intelectuais, janto com faxineiros e no fim do dia durmo feliz. Nunca aceitei essa ditadura das tribos. Sou livre como uma ave fênix. Lamento por vocês, Girls!16/09/2009
Tocando em frente
Ando devagar porque já tive pressa/ Levo esse sorriso porque já chorei demais/ Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe/ Só levo a certeza de que muito pouco eu sei/ Eu nada sei
Lição de COERÊNCIA
Lição de RESPEITO E PACIÊNCIA
Lição de DESAPEGO
Lição de CORAGEM
A professora esqueceu de fazer o dever de casa...
13/09/2009
CEFET 99
Algumas ausências foram sentidas, outros colegas perdemos no tempo e não conseguimos contatos, agora tudo é saudade...
Qualquer dia, amigo, eu volto
A te encontrar
Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar.
09/09/2009
Na Bahia pós-ACM é assim...
07/09/2009
05/09/2009
03/09/2009
bora?
Esse final de semana estarei com o pé na estrada de raodie do grupo CORTE. Quem quiser arriscar, no sábado o cardápio é pastel de miolos com caixa de abelhas, uma mistura bomba mesmo para Pucca-de-ferias-na-Bahia rsrsrsrs. No dominho, será rock, punk e muita carne de bode. Uhuhuhuhuhu
Independência que nada, em 2009, o 7 de Setembro será a segunda-feira da indigestão!
Venha e bom apetite!
02/09/2009
30/08/2009
Despedida na novela
Eu chorei quando assisti essa cena. Vendo o replay meu olho alaga, besteira tentar evitar...Cheguei a conclusão que eu não sou romântica. Eu preciso de um amor vivo, quente, presença, pele, beijos e olhos. Não sei em que medida a vida imita a arte ou a arte imita a vida, a verdade é que ainda hoje, mulheres continuam abrindo mão de suas vidas em nome do amor. A avó fala, a mãe fala, a vizinha fala, a amiga fala e não adianta. A história de repete, as mesmas escolhas equivocadas. Ingênua Maia. Quando se tem tão pouco porque apostar perder tudo? E perder tudo! Onde estavam as lamparinas de seu juízo, Maia?
Eu invejo os homens e sua capacidade de tomar decisões friamente. Como Bahuan, qualquer homem mantêm a cabeça no lugar no momento de escolha entre o amor e a profissão, eles sempre escolhem a profissão. Escrevo isso sem querer ser polêmica, minha pouco experiência diz que é verdade. Da minha turma de pós, por exemplo, das 30 alunas, pelo menos 5 saíram de suas cidades por causa do marido. Deixaram sua terra, seus pais, amigos e optaram pelo amor, recomeçam suas vida profissionais a cada transferência. Lição de coragem? Escolhas equivocadas? Acertadas? Sei não, só sei que é assim.
Despedida na literatura
Nessa passagem do livro Jubiabá, Jorge Amado conta a difícil separação entre o menino negro do morro, Antônio Balduíno, de sua tia e única referência de família, Luiza que enlouquecera. Baldo sabia que perderia para sempre sua tia se deixasse levá-la, fez o quanto pôde para impedir. Talvez, em sua fragilidade infantil não percebesse que aquilo seria melhor para todos, Luiza precisava de tratamento, ele precisa das oportunidades que o comendador poderia oferecer...
24/08/2009
Cirque du Soleil

23/08/2009
em casa...
Finalmente Josu volta para casa. Na última quinta-feira, cheguei do trabalho e recebi a notícia por telefone. Minha mãe não falou exatamente o que ele tinha, disse simplesmente "ele está cansando, ficará para tomar nebulização de duas em duas horas, como das outras vezes". Fez uma lista e pediu que eu levasse, estranhei a quantidade de itens e respondi "não é só uma noite?". 21/08/2009
Josué, 13 anos
- ai irmão, estou tão mexida... 19/08/2009
Ritmos de outono

Planos são caminhadas no outono. O ritmo dos passos, o vento frio acariciando seus cabelos. Como numa valsa, no rodopio a saia se entrega ao bailado, lembrando que mesmo nos passos marcados o imprevisível simplesmente acontece. As folhas enfeitam o asfalto. No centro da praça um banco vazio. As árvores nuas acompanham seus passos. Não há limites, o asfalto segue para o infinito. Eco e medo. Ela volta. Senta no banco da praça. Ali ela sabe dançar com o vento.
17/08/2009
Agosto de Jorge

“Agosto de Jorge” - Perdida nesse encantamento descobri que acontecerá nos dias 27, 28 e 29 de agosto o Seminário Novas Letras, promovido pelo Núcleo do Livro, Leitura e Literatura (NLLL) da Fundação Pedro Calmon/Secult-Ba. As palestras acontecerão na Academia de Letras da Bahia, a partir das 15h. Na sexta-feira, o ponto de encontro é na LDM Livraria Multicampi, a partir das 17h, o dia será dedicado a um dos principais romances escritos por Jorge Amado Jubiabá e depois da palestra será o lançamento de Jubiabá em quadrinhos. Vale dizer que numa das mesas teremos Eliana Mara e Lima Trindade, escritores lindos que eu adoro. Mais informações: ASCOM Fundação Pedro Calmon (71) 3116-6918 / 6676
13/08/2009
Eu gosto de Eduardo Suplicy
Em casa, li a coluna de Eduardo Suplicy na revista Caros Amigos desse mês, ele elogia o filme de Jean Charles e conclue assim "(...) Imagine: um mundo sem froteiras.". Imagine aí? Às vezes, parece que eu, realmente, vivo num aquário. Sei lá que vida é essa. Queria deitar minha cabeça no colo de um senhor calvo, que contasse histórias bonitas sobre um mundo sem propriedade, sem necessidade de ganância ou fome, sem porque matar ou porque morrer. Quem sabe assim, quando eu acordasse, seria mais uma a acreditar que esse mundo é possível.
12/08/2009
Casa arrumada, corpos vazios - Clarice

09/08/2009
Entre elas
Um abismo cavado dia a dia pela ausência do toque
O desespero grita no silêncio das palavras
O que sobrava de cada encontro eram suas imagens refletidas nos estilhaços de espelhos pelo chão
Dias nublados e frutas pecas
O mesmo sinal sobre a sobrancelha direita
Insônia
Remédios para dormir
O cordão umbilical que nunca será cortado
08/08/2009
Riscos e rabiscos de mim
Meu e seu
2- O livro dos prazeres - Clarice Lispector
3- Cartas de amor - Ovídio
4- Esperando o fim de semana - Witold Rybczynski
5- O caderno vermelho - Paul Auster
04/08/2009
Meia Oito

“Naquele momento somente a beleza do azul da Baía de Todos os Santos juntando com o azul mais claro do céu consolava aquela mulher. O sol ardia como um deus antigo.”
30/07/2009
29/07/2009
Um bem comum
De casa para o trabalho, do trabalho para aula, da aula para casa... perco muito tempo me deslocando para esses espaços durante o dia, utilizando ônibus ou como dizem os baianos o buzu, esse tempo dobra, dependendo da linha, talvez triplique. Tem dias que dá tempo de pensar na vida, ler a revista da semana, fazer palavras cruzadas e ainda não chega a meu ponto. Nessas horas a fofoqueira que há em mim revela-se com toda a força. Não resisto, ouço tudo mesmo, minha língua fica nervosa, sinto vontade de opinar e se encontro uma brecha, saio com amigas de infância.Eram 18 horas, bem no horário do rush. No centro da cidade engarrafamento e ônibus cheios além do normal, algo acontecia, não lembrei que era o dia do show de Caetano na Concha e acabei presa na Piedade. A linha Ribeira/ Fazenda Garcia demorou a passar, logo ficou lotado. Sentei no fundo, atrás de mim duas amigas, aparentando uns 40 anos cada, conversam:
- Pois é, ele está aprendendo... na verdade ele nunca deixou de me ligar, sempre vai lá em casa me ver, isso foi tudo uma loucura... muito rápido, logo ela apareceu grávida, foi golpe! Ela viu o carrinho dele, a casinha da gente toda ajeitada, tá na cara!
- Mas você conseguiu perdoar ele? Tem que se amar primeiro... – mesmo sem graça, estampando um sorriso amarelo, a amiga tentava lembrá-la em vão que, apesar de tudo, o amor próprio antecede as decisões do coração.
- Perdoar, perdoar, não, mas eu consigo, sabe? Tudo que ele fez foi de cabeça quente. Veja agora? Ele está só esperando o menino parar de amamentar para mandar ela de volta para o interior. Depois ele vai lá pra casa. [silêncio] Vamos viver juntos como uma família, eu sempre sonhei tanto com um filho homem. Um filho que a gente nunca teve, esperando as coisas melhorarem...
- E a mulher vai querer voltar? Vai dar o filho para você criar?
- Num vai o quê? É questão de dias. A gente vai ser feliz de novo. Eu nunca amei ninguém, só ele. [silêncio, olhar distante] Vai sim, Você vai ver.
- Olhe, deixa eu me levantar porque hoje André vai trabalhar até mais tarde e eu tenho que pegar Camila no Vieirinha. Já deve estar ai na porta esperando pelo pai.
- Daqui uns dias eu estarei assim, oxente, na correria atrás de menino. – falou e sorriu.
Uma das mulheres de levanta e sai do ônibus. A outra continua sentada, suspirando, enquanto sonha sozinha viver uma vida que nunca será sua. Eu nem acredito na conversa. Como numa novela, o capítulo acaba e eu desligo a televisão.
26/07/2009
Minguante
"Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu...
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino prá lá..."
24/07/2009
Sorriso amarelo
20/07/2009
Ser capricorniana é um saco!
16/07/2009
Casa arrumada, corpos vazios
Vida é um conto encenado
A verdade, às vezes, é pura ficção
O despertador toca. Ela acorda, coração palpitante. É sábado, às sete da manhã e ela está sozinha. Deitada em seu quarto, sozinha, pela primeira vez experimentou o gosto amargo da solidão. Uma casa, quarto, cozinha, banheiro, na sala um sofá e a televisão. Não estava somente sozinha, estava vazia. O cheiro de cimento da garagem inacabada. Aguardava o som do carro que não estacionava. A infinita escuridão dos olhos fechados era tudo que podia enxergar. Trêmula desejou ver as cores, mas só havia retratos de Picasso. Perdida num espiral de forma incerta, rodava sem destino e sem sair do lugar.
Um pesadelo recorrente. O que falta ela aprender? Não quero casar, não quero ter filhos, nem quero me prender a ninguém. Repetia para si mesma, tentando acreditar. Agarrava-se a mentiras contadas por outras mulheres por medo do sofrimento. Reprimia seus desejos mais sinceros e questionava-se não é o casamento uma necessidade social? Sentiu dificuldade para se vestir naquela manhã, no armário calças jeans e blusas brancas, aqueles modelitos já não lhe serviam mais.
13/07/2009
Jeremias - o profeta da chuva

Esse blog nasceu com um objetivo, mas vem tomando vida própria. Eu estou gostando disso tudo e fico feliz com o resultado. Sábado fui conferir a montagem final do espetáculo Jeremias – profeta da chuva de Adelice Souza. Não sou crítica teatral, simplesmente recomendo aos amigos. É uma peça leve, o texto é lindo, o cenário em tons de marrom, o som da areia caindo nos baldes, o teatro de bonecos, a rezadeira, tudo nos leva ao sertão. O desespero do sertanejo que não agüenta a vida sofrida que a seca impõe. Até onde deixar a família e tentar a vida na cidade é uma saída? O homem que teme suas visões. A mulher sertaneja, companheira fiel de uma vida. Alguns assuntos são tratados com muita poesia. Sai encantada! Em cartaz na sala do coro do Teatro Castro Alves, de sexta a domingo, às 20 horas, ingressos a R$ 20,00 e R$ 10,00. Quem quiser conferir algumas fotos do espetáculo passa no blog licuri ou na casa de nonana.
09/07/2009
A menina e o mar
Ela nunca soube o momento exato que o concreto vira areia movediça. Seus passos são guiados por sentimentos. A raiva cega, os olhos não são fiéis.
Sua sensibilidade ao frio fazia com que no inverno ela andasse sempre enrolada em casacos. A brisa noturna deixava sua pele arrepiada e as pontas dos dedos roxas por isso, evitava seu maior prazer: contemplar o mar a noite. Gostava de ver o azul escuro do mar se misturar ao azul do céu, a sombra da lua, a música do mar, o cheiro salgado das águas calmas da Bahia.
Em alguma de suas vidas passadas fora marinheira, com certeza pertencera a equipe de Cabral ou Colombo, desbravando mares e conquistando terras longínquas. Essa vida em terra firme... vida refletida no vai e vem das ondas, a tranqüilidade perturbadora de só poder sonhar.
Aquela ponte leva aonde? Não tinha ponte, nem estrada, era tudo mar. Um desejo sincero crescia em seu peito, cada dia com mais força. Agora caminha em direção ao poço.
07/07/2009
Isso é que é ócio criativo!
06/07/2009
Ócio criativo - cadê o meu?
Tenho uma mania complicada de contar somente os dias felizes. Assim, meu calendário vai sendo elaborado contando os sábados, domingos, feriados e poucos dias "úteis". Percebi que este tende a ser um mês difícil – nenhum feriado. As oito horas que fico trancada na empresa muitas vezes soam como castigo e os dias da semana passam num ritmo frenético e sem brilho. A escapadinha para o cinema na quarta, o happy hours da sexta, o almoço no shopping e semana de aula na pós ajudam, mas ainda não é o suficiente. Porque eu não escolhi um ócio criativo ao invés do emprego? Domenico de Masi, help-me!!!03/07/2009
Retornar
30/06/2009
Juno - último canto
Dia bom esse...
Dia bom para assistir um filme debaixo da coberta com o amor.
Dia bom para reler os presentes trocados dia 12.
Dia bom para reafirmar a promessa de carinhos sem fim.
Dia bom para pedir que Santo Antônio cuide dos próximos dias do ano.
Saudade
28/06/2009
Lembrança, carinho e espera
Arrumou a mochila, saiu apressada. Ia ao encontro do namorado e isso sempre a deixava ansiosa. Assim que pegou o ônibus, telefonou para avisar sua chegada sem sucesso, celular na caixa de mensagem. No caminho, viu o mar, sentiu o cheiro salgado, esse cenário familiar a fazia viajar pelos melhores momentos de sua vida. Quando criança não pisava na areia da praia e seu avô a carregava pacientemente, ela tem alergia contava aos outros justificando sua atitude de extremo dengo. Chegou a hora de descer. O telefone continuava sem atender. Caminhou até o prédio, os vizinhos a conheciam e não teve dificuldade para entrar.
Bateu na porta. Telefonou. Nada. Sentou. Paciência é uma virtude ainda não conquistada e ficar esperando por ele era um problema. Observou a movimentação do sábado: as crianças brincando no playground, os vizinhos trocando pratos, algumas adolescentes fantasiadas de caipira, no mesmo clima, as banderolas balançavam ao vento. Lembrou a brisa do mar, a areia que tardou a pisar, o carinho incondicional daquele homem negro. Ainda hoje é assim, quando chega em casa do trabalho ou da aula, independente do horário, ele pergunta se ela quer jantar. Não importa o desejo do dia, é concedido. Na maioria das vezes, ela recusa evitando dar trabalho. Agora adulta pisa firme da areia da praia, nos degraus da escada, sobe e desce pelas ruas de Salvador. Ficou emocionada com tantas lembranças felizes, aquele senhor nunca a deixou esperando.
- Desculpa! Estava dormindo... Está aqui há muito tempo?
- Hã?... esquece, nem vi o tempo passar.
25/06/2009
Sobre o medo
Choro a capela
O poder que eu quisera é dominar meu medo.
Por este grande dom troco meu verso, meu dedo,
meus anéis e colar.
Só meu colo não ponho no machado,
porque a vida não é minha.
Com um braço só, uma só perna,
ou sem os dois de cada um, vivo e canto.
Mas com todos e medo, choro tanto
que temo dar escândalo a meus irmãos.
Mas venho e vou,
“os lobos tristes” a seu modo louvam.
Nasci vacum, berro meu
era só por montar, parir, a boa fome,
os júbilos ferozes.
As vacas velhas têm olhos tristes?
Tristeza é o nome do castigo de Deus
e virar santo é reter a alegria.
Isto eu quero.
23/06/2009
Sobre ser feliz ou ter razão
22/06/2009
Uma manhã de segunda-feira
16/06/2009
Minha imagem
Falo sobre uma garota Jolie que planejou sua vida e viu o planejamento dar certo até a data da formatura. Depois disso, percebeu que aquele mundo conhecido, não era mais o mesmo. Faltavam ali os muros da universidade e os amigos sempre por perto. Começar em outra cidade, procurar emprego sem as indicações necessárias, novas regras e hora de voltar para casa. Um ano depois, um sorriso sem batom e oito quilos mais magra. Todas as angústias fermentando dentro dela, um vinho que se tornara vinagre, difícil de degustar. O silêncio que sempre deixa marcas no corpo. Um grande espelho difícil de encarar. Tornar-se adulto não é tão fácil.
Conhecemos tantas histórias parecidas com essa. Hoje olho para trás e consigo me expor tão calmamente. Sempre registro tudo em minhas agendas, que se acumulam há mais de uma década. Tento jogá-las fora, deixar o passado quieto. Refaço meus planos deixando um espaço para o acaso marcar presença. Agora há em mim uma áurea de esperança e serenidade. Será maturidade? Não sei se é realmente necessário explicar todas as coisas. Coloco minhas cartas em cima da mesa e percebo que também prefiro verdades inventadas. Estou remando, estou escrevendo meu próprio destino. Agora permito que o batom enfeite meus lábios.
12/06/2009
juno - canto quatro
09/06/2009
Desejo cores

06/06/2009
juno - canto três
04/06/2009
juno - canto dois
Românticas ou não, nós mulheres sempre temos músicas incríveis que marcaram aqueles momentos especiais com aquele carinha que de repente abrimos os olhos e percebemos que ele nem é tudo isso! A regra é não se culpar por isso, acontece!! rsrsrs Outras vezes ele tão especial que dá frio na barriga de lembrar dos seus beijos mesmo depois de tempos namorando.família aê, família aa
02/06/2009
outro caminho
O poema do beco
Que importa a paisagem, a Glória, a baía, a linha do horizonte?
— O que eu vejo é o beco.
Fiquei intrigada, estou tentando sair dessa fase confusa, tentando ver outra saída além do beco, tentando encontrar outro caminho além da comum luz no fim do túnel, uma curva. Tentando lembrar onde larguei o fio de Ariadne. Fechei o livro, dormir ficou ainda mais complicado. Vira para um lado, outro lado, outro livro. E encontro com José Régio e seu rebelde “Cântico negro”. Coincidência? Um sinal? Nada de especial? Não. Fiquei a me perguntar quem mandou esse sinal para mim. Alguém que me ama? Deus? Uma conspiração do universo? O segredo? O sinal dizia não vá por ai. Mas qual será o outro caminho? Haverá de fato? Quero abrir o coração ao máximo para entender essas mensagens. Há outro caminho e eu vou encontrá-lo. Fiquei tão cheia quanto a lua, várias perguntas, nenhuma resposta. Única certeza é que não vou por ai.
Cântico negro
"Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí!
Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura!
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!
01/06/2009
juno - canto um
Para os românticos como eu, tentarei ficar menos dow e colocar textos com a temática do mês nesse blog. Para começarmos bem, uma foto clássica:

O Beijo do Hotel De Ville, foto de Robert Doisneau em 1950
31/05/2009
caminho
só vejo
beco sem curvas
passos perdidos
enxergando pelas mãos
medo minotauro
para frente sempre
tudo em preto e branco
sem fio para conduzir
não há caminho seguro
foto dos corredores da fundação iberê camargo em porto alegre, barberix em maio/09.
28/05/2009
bonsai

A tradução da palavra bonsai significa árvore na bandeja, portanto, trata-se de uma planta adulta, que por meio de sucessivas podas nas raízes e na copa, permanece pequena, a ponto de viver num vaso.
Como controlar o crescimento da árvore:
- Restrição do crescimento das raízes pelo vaso utilizado: uma árvore não possui essa restrição na natureza, por isso cresce livremente.
- Poda das raízes: dependendo da idade e espécie da árvore, as raízes são podadas, em geral no inverno, pois a planta está em estado de dormência, e é realizada a troca da terra.
- Uso de adubos com menor quantidade de nitrogênio: o nitrogênio em excesso provoca crescimento acelerado e folhas com tamanho maior que o desejado.
- Rega em quantidades moderadas: a rigor, deve usar-se a sensibilidade, regar quando a terra estiver seca, e não regar quando ela estiver ainda úmida.











